A Hotstick

Victor é dos mais conceituados e experientes shapers brasileiros com 30 anos de experiência e mais de 28.000 pranchas shapeadas a mão. Quando começou a trabalhar com a sua máquina digital parou de contar.

Desde os anos 70 que Victor mantém uma equipe de surf, nomes como:

Pepe Lopes, Cauli Rodrigues, Felipe Martins (anos 70)

Fred D'Orey, Waldir Vargas, Bita (SC), Lima (SC), Taiu (sp), Alemão de Pernambuco (SP), Felipe Silveira (RS), Guga Arruda (sc), Jojo de Olivença, Ricardo Martins, Joca Secco, Renato Phebo, Guto Carvalho, Sergio Noronha (anos 80)

Guilherme Gross, Rodrigo Dornelles, Marcelo Trekinho, Bernardo Pigmeu (anos 90) e nos dias de hoje Daniel Hardman, Rodrigo Resende, Jorge Pinto Spanner, Robson Gobatto, Danilo Couto, Hizunome Betero, Saulo Jr., Marcelo Nunes entre muitos outros, usam suas pranchas.

Victor é de uma época que para se fazer uma prancha bem feita, era preciso ser um bom surfista, ter viajado pelo mundo conhecendo vários tipos de onda, e toda essa informação era repassado para as características do seus shapes, e ainda é.

Tendo viajado pelos principais pico do mundo, Austrália, África, Indonésia e Hawaii, trabalhar em várias oficinas foi opção para ganhar algum dinheiro, se manter viajando e trocar muitas experiências em medidas e hidrôdinamica com os shapers locais.

Com seu currículo Victor foi convidado para trabalhar em Sidney, Austrália, na Force 9, fabrica que patrocinava Gary Green top do Circuito Mundial, na Pipedream em Gold Coast onde trabalhou com Murray Bourton, top shaper australiano.

Seu principal trabalho internacional foi quando foi convidado para trabalhar no Hawaii durante 5 anos com o shaper Glen Minami da Blue Hawaii, aprimorando suas técnicas principalmente nas pranchas grandes. Nesta ocasião fez as pranchas de vários tops do Hawaii inclusive Sunny Garcia e Ross Willians.

"Trabalhar com bons surfistas é a melhor maneira de evoluir os shapes" comenta Victor.

Além das pranchas HS Victor é também o shaper licenciado para a produção das pranchas Rip Curl no Brasil.

Hoje Victor tem como sua principal ferramenta de trabalho a DSD, máquina digital criada pelo brasileiro Luciano Leão, porém não deixando de dar os retoques manuais finais para o bom funcionamento de uma prancha.




O início em Imbituba. Victor e Glenn Minami. Rodrigo Resende pegando seu Quiver.
Victor e Gary Linden. Com Renato Hickel, Roberto Perdigão e amigos. Victor na capa da revista Inside - 1987
A Equipe

A Hotstick tem a tradição de sempre investir em novos talentos desde a década de 70, até os dias de hoje.

Grandes nomes do surf nacional como Pepe Lopes, 6º colocado no Pipe Master de 1976, Cauli Rodrigues, Waldir Vargas, Taiu, Frederico D'Orey, Renato Phebo, Guto Carvalho, Sergio "Fedelho" Noronha, Guilherme Gross, Rodrigo Dornelles, Bernardo Pigmeu, Marcelo Trequinho, só para citar algum, ate os dias atuais com: Marcelo Nunes (WCT) Saulo JR e Daniel Hardman (Circuito Brasileiro e WQS), Rodrigo "Monster" Resende e Danilo Couto - Tow In, Ondas Gigantes, Jorge "Pinto" Spanner (Circuito Brasileiro Amador e Brasil Tour).

"Sempre achei importante investir nos atletas. Acho que quando um moleque entra na equipe estamos não só fornecendo pranchas, mas ajudando na formação do seu caráter e orientando quais os melhores caminhos a serem tomados, no surf e na vida, na realidade ajudamos a educá-los".

Muitos atletas vão e vem para a equipe e às vezes é muito chato quando você descobre e investe anos no moleque e quando ele começa a ficar realmente bom, quebrando, e a dar retorno, sai da equipe, às vezes por uma proposta momentânea um pouco melhor, se esquecendo dos vários anos que foram investidos nele.

Por outro lado, os que ficam, obtém sucesso e quando mais velhos acabam trabalhando conosco ou no segmento do surf se tornando grandes amigos para o resto da vida.

Os atletas são peças fundamentais para o desenvolvimento do shape das pranchas, desde os beach breaks de Norte a Sul do Brasil as ondas perfeitas da Indonésia, Tahiti e Hawaii e em condições extremas de ondas gigantes de tow in em Jaws, Cortes Banks ou Mavericks.

Eles opinam sobre seu funcionamento, como elas estão andando, nos mostra como esta à resistência da laminação, onde precisamos colocar reforços, posicionamento das quilhas, enfim tudo que é importante para as pranchas funcionarem e durarem melhor.

Os atletas é que nos dão o feedback sobre o que realmente esta funcionando. Eles me ajudam a desenvolver os shapes e a laminação das pranchas quando surfam nos diversos tipos de ondas ao redor do mundo.


Bezinho Hotero
Guilherme "Fininho" Montes
Brenda Saraiva
Daniel "Catatau" Lima


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